quarta-feira, 25 de abril de 2012

Shows Rumos Música Coletivo


Apresentações reúnem artistas de diferentes localidades do Brasil e de múltiplos estilos musicais

O Itaú Cultural apresenta, de 25 a 29 de abril, a primeira série de shows dos selecionados na inédita carteira Coletivo do Rumos Música 2010-2012, que traz ao público novidades na música brasileira. Foram selecionados artistas de diferentes localidades do Brasil e de múltiplos estilos que, desde 2011, vêm trocando experiências musicais e criando repertórios. Foram quatro blocos de ensaios, realizados na cidade natal de cada um, e o resultado será apresentado nesses shows.

Para saber mais sobre os espetáculos e ver vídeos dos ensaios dos artistas, acesse 
http://www.itaucultural.org.br

Serviço:
Shows Rumos Música Coletivo
De 25/04 (4ª) a  29/04 (domingo)
Sala Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149, São Paulo, SP (próximo à estação Brigadeiro do metrô)
Entrada franca [ingressos distribuídos com meia hora de antecedência]

Vizinhos de Útero – Irmãos Gêmeos




A obra é um resumo de parte do conteúdo postado em (www.vizinhosdeutero.com.br) entre março de 2010 a março de 2012. "Vizinhos de Útero" é um projeto totalmente dedicado aos gêmeos adultos e familiares que se tornou referência no assunto. Devido ao sucesso do site demonstrado através da crescente audiência, a autora acaba de lançar o livro "Vizinhos de Útero - Irmãos Gêmeos" que agrega de forma simples e objetiva, algumas de suas descobertas do mundo dos gêmeos encontradas em dois anos de pesquisa. 
Além de contar um pouco da própria história, a autora também reune 160 relatos com fotos enviados por gêmeos (famosos, anônimos, sobreviventes e familiares) participantes do site. Prefácio da atriz Suzy Rêgo (mãe de gêmeos) e do ator Fernando Vieira (gêmeo).

A autora Jemima Pompeu, 43 anos, paulistana, sem filhos, editora de mídia especializada e gêmea bivilelina. Sua história foi a mola propulsora para o surgimento do Vizinhos de Útero. Em busca de outras histórias gemelares, a autora se surpreendeu com a receptividade e com os depoimentos que sempre a emocionam e a ensinam muito sobre as emoções humanas. "Só quem é gêmeo sabe o que significa a experiência de compartilhar o útero" diz a autora.

Serviço:
Vizinhos de Útero – Irmãos Gêmeos
Jemima Pompeu
www.vizinhosdeutero.com.br 
A versão preto/branco do Livro está disponível no Clube de Autores no link abaixo:
http://clubedeautores.com.br/book/127404--Vizinhos_de_Utero

LIVRO - Educação Financeira: Como educar seu filho


Educação Financeira para crianças mostra como ensinar os filhos a ter uma melhor relação com o dinheiro num cenário em que a ética do consumo, as rápidas transformações dos vínculos familiares e a novidade de viver num ambiente de economia estável se juntam para confundir as pessoas.

Cássia D'Aquino Filocre é autora dos livros Educação Financeira: 20 dicas para ajudar você a educar seu filho e Educação Financeira: 20 dicas para ajudar você a administrar sua mesada. 
Escreve artigos e esclarece dúvidas sobre o programa que aplica em escolas no site Educação Financeira

“É para facilitar seu trabalho com crianças que a autora se propôs a desenvolver esse texto, voltado para pais em busca de respostas, ou mesmo para pais que acreditam não ter dúvidas na condução da educação dos filhos. Não é um simples manual de dicas sobre uso da mesada ou de truques para disciplinar o consumo das crianças. Na leitura, você perceberá que a proposta de educação financeira apresentada por Cássia está intimamente ligada a qualquer outro tipo de educação, passando pela rotina de atividades escolares e pela preocupação dos pais com as questões das drogas e dos limites. Em outras palavras, ela deixa claro que a educação financeira faz parte de todo tipo de formação, afinal o dinheiro não é o fim, mas sim o meio de tudo que desejamos ou objetivamos.”
Gustavo Cerbasi

Serviço:
Educação Financeira: Como educar seu filho
Cássia D'Aquino
Editora Elsevier Campus
http://www.elsevier.com.br


Meu filho precisa se defender


'Meu filho me contou que um coleguinha bateu nele na escola. Eu perguntei: e você, fêz o quê? Bateu de volta? Acho que ele precisa aprender a se defender, e não ficar só chorando', conta a mãe de um menino que como tantas outras enfrenta essa situação.

É muito comum que crianças pequenas se expressem batendo nos colegas mais próximos, com quem costumam brincar. Mostram dessa forma desejos e sentimentos contradítórios: raiva, medo, vontade de se aproximar, de fazer contato, insatisfação, amor. São comportamentos com significados diversos do que teriam para um adulto, e seus efeitos são também diferentes.Vemos amiguinhos se agredindo e logo em seguida brincando juntos , sem sinal de ressentimento.
É muito bem-vinda a preocupação dos pais e professores sobre o que ensinar aos filhos e alunos para que  se protejam e evitem ser objeto de violência. Mas não parece uma boa ideia sugerir que reajam 'batendo de volta'.
Cabe aos educadores ajudá-los a entender o que estão querendo expressar no momento em que batem, e a buscar outras formas comunicação.  É importante orientar o 'agredido' a não aceitar a agressão, respondendo com palavras ou atitudes e o agressor a encontrar outra via de liberação dos seus impulsos. Esse é um trabalho que  exige persistência, pois os pequeninos vão demorar a aprender e a cada idade haverá recursos adequados para essa nobre tarefa. 
É importante para a criança aprender a dizer 'não quero que você faça isso comigo', afastar a ameaça, ou buscar ajuda de um adulto se não der conta da situação. Mas, ao  aconselhar que reaja batendo, podemos levá-la a se confundir ainda mais, pois se verá igual ao agressor, fazendo exatamente aquilo que não gostou de ver o outro fazer. É uma proposta para se igualar por meio do comportamento indesejável que não ensina a convivência com as diferenças entre seus semelhantes.
Seria um ótimo momento para mostrar a ambos a possibilidade de se expressar verbalmente e de colocar os próprios limites. Afinal, a habilidade de usar a linguagem para se defender é um grande privilégio da humanidade!

Helena Mange Grinover - Psicologia Clínica; professora na UNIP e do Departamento de Psicanálise Instituto Sedes Sapientiae; Membro do Conselho do Instituto Zero a Seis. http://www.institutozeroaseis.com.br/

Marcia Arantes – Psicóloga; professora de Orientação Profissional - Faculdades Paulistanas; Trabalho de Promoção do Desenvolvimento Pessoal para Professores e Alunos do Instituto Europeo Di Design; Membro do Conselho do Instituto Zero a Seis. http://www.institutozeroaseis.com.br/

Extraído do blog: www.vivazpsicologia.blogspot.com

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Mostra comemora 90 anos da Semana de Arte Moderna


A exposição "90 anos depois - A Semana de Arte Moderna" acontece no Palácio dos Bandeirantes, com entrada gratuita, em comemoração aos 90 anos da Semana de Arte Moderna de 1922, e apresenta até o dia 29 de julho 80 obras do Acervo Artístico-Cultural dos Palácios, órgão vinculado à Secretaria da Casa Civil.

Entre os destaques da mostra estão o quadro "A Ventania" (1915), de Anita Malfatti, e a pintura ícone da cidade de São Paulo, "Operários" (1933), de Tarsila do Amaral. Segundo a curadoria, estão presentes não apenas obras do período modernista, mas também outras com características que remetam à Semana de 22.

Entre os aristas expostos estão Pedro Alexandrino, Eliseu Visconti, Vitor Brecheret, John Graz, Rego Monteiro, Di Cavalcanti, Antonio Gomide, Ernesto De Fiori, Francisco Rebolo, Antonio Rocco, Benedicto Calixto, Bonadei, Mário Zanini, Pennacchi, Pancetti, Volpi, Bruno Giorgi, Cícero Dias, Clóvis Graciano, Flávio de Carvalho, Guignard, Ismael Nery e Lívio Abramo.

A Semana de Arte Moderna de 1922 ocorreu entre 13 e 17 de fevereiro, no Teatro Municipal de São Paulo. O evento marcou época ao apresentar novas ideias e conceitos artísticos, como a poesia através da declamação, a arte plástica exibida em telas e esculturas e maquetes de arquitetura com desenhos arrojados e modernos.

Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Crianças aprisionadas na tela




O cenário varia: a mesa do restaurante 

durante o almoço em família, a sala de estar em um momento de conversa informal, o carro... Enquanto os grandes conversam, uma criança não tira os olhos do joguinho eletrônico, sua atenção está totalmente tomada.

Os adultos intervêm, geralmente recriminando ou ameaçando: 'Não há meio de largar isso?! Já falei prá parar!! Vou tirar de você!'.
O jogo, por si, não é bom nem ruim: tudo depende do uso que se faz dele. Pode ser um entretenimento relaxante, um desafio, uma curiosidade, até uma vontade de conhecer o que os amigos comentam para poder conversar com eles. Mas também pode ser um refúgio constante para escapar de dificuldades, seja nos relacionamentos interpessoais, seja em relação a determinadas tarefas. No território do jogo ninguém interfere na ação da criança, cabe somente a ela dominar o ambiente e vencer; fica estabelecido um lugar sem as frustrações da vida real. Esse é um terreno propício à construção de um 'vício', ou seja, aquilo que não é feito por escolha, mas por não conseguir deixar de fazer.

Seria interessante que os adultos, antes de recriminar, se questionassem sobre o que está acontecendo. Uma pergunta, ou um comentário, podem ajudar o pequeno ser a 'se conectar com os humanos'. 'Essa conversa está chata, né?' 'O que você está fazendo ai, estou curioso para saber!'. 'Ah, entendi, você está jogando para se distrair? Ou poderá ser dito algo como: 'isso aqui é muito legal, coisa e tal...' Trata-se de um convite, uma oportunidade para se expressar, que muda o jogo. A criança sai de dentro da tela, fica incluída no grupo, passa a existir de novo! Mesmo que continue a jogar, certamente será de uma maneira menos automática...

Helena Mange Grinover - Psicologia Clínica; professora na UNIP e do Departamento de Psicanálise Instituto Sedes Sapientiae; Membro do Conselho do Instituto Zero a Seis. http://www.institutozeroaseis.com.br/

Marcia Arantes – Psicóloga; professora de Orientação Profissional - Faculdades Paulistanas; Trabalho de Promoção do Desenvolvimento Pessoal para Professores e Alunos do Instituto Europeo Di Design; Membro do Conselho do Instituto Zero a Seis. http://www.institutozeroaseis.com.br/

Extraído do blog: www.vivazpsicologia.blogspot.com









segunda-feira, 2 de abril de 2012

02 de abril - Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil

Um dia perfeito para lembrar da importância da leitura e como fazer para incentivar nossas crianças

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“Cine Cult” – Rede Cinemark


Títulos alternativos podem ser vistos pelo público com ingressos a preço promocional
A programação da Rede Cinemark abre espaço para longas alternativas e de arte no período de 30 de março a 5 de abril. Neste período, acontece mais uma edição do Cine Cult, que oferece ao público sessões com ingressos de até R$ 10.  Os filmes que serão exibidos são: “Inquietos”, "A Guerra Está Declarada", “Românticos Anônimos”, "Borboletas Negras” e A Árvore do Amor”. As sessões especiais acontecem às 14h todos os dias da semana, inclusive sábados e domingos.

Parceria com a produtora Cine Vídeo e Educação – Ações Culturais, o evento já é realizado em 16 cidades do Brasil e nesta edição em São Paulo conta com a participação de cinco multiplex: Shopping Metrô Santa Cruz, Shopping Metrô Tatuapé, Shopping Pátio Paulista e Shopping SP Market.

Informações detalhadas sobre os títulos podem ser acessadas no site http://www.cinemark.com.br